na suécia o rei nasceu no dia de
dizer adeus às bruxas. seria de esperar uma grande festa, não? na televisão passaram imagens dum sítio algures enfeitado com muito azul e amarelo e coroas e gente empinocada a passar frio. não liguei muito, mas penso que essa terá sido a grande festa do rei.
o resto dos suecos prefere beber. pelo menos em
uppsala. contou-me quem lá esteve que nunca tinha visto nada assim. na suécia, claro. para quem costuma acabar as noitadas às três e meia nos dias em que tudo se prolonga para lá das discotecas, beber na rua (que até é ilegal) até que o sol raie é atingir o pico da loucura. é como na
finlândia, não drei?
em karlstad foi calminho.
primeiro, ala até ao lago. a dois passos de rosenborg e a praia oficial do verão. passou um comboio de turistas cheio de homens de boné branco (chapéu oficial dos estudantes, ouvi alguém sussurrar) que saíram e se arrumaram muito bem dentro duma tenda. cantaram umas quantas canções engraçadas, mas entre cada uma passava-se meia-hora de olhar para a biqueira dos sapatos enquanto uma mulher falavafalavafalavafalavafalava - em sueco, pois claro.


a seguir o fogo de artifício. muitos uaus. deviam ir a cascais.
(agora é no estoril? uma pessoa quer mostrar-se conhecedora e zombar dos outros e depois faz estas figuras... aiai)

finalmente o grande momento: a fogueira!
estava tanto vento que era fumo por todo o lado. e os putos a brincar tão perto do fogo que se viesse uma rabanada de vento mais forte... estes suecos são doidos!


e pronto.
nem gente a cair de bêbeda, nem o sempre presente carrossel, nem o senhor das farturas, nem nada.
viste a fogueira? vi. eu também. então está visto. vamos para casa que está frio?