25 janeiro 2008

cega pelo sol a ouvir o mar com um sumol ao alcance da mão

«une étrange folie possède les classes ouvrières des nations où règne la civilisation capitaliste. cette folie traîne à sa suite des misères individuelles et sociales qui, depuis des siècles, torturent la triste humanité. cette folie est l'amour du travail, la passion moribonde du travail, poussée jusqu'à l'épuisement des forces vitales de l'individu et de sa progéniture.»

24 janeiro 2008

nãotenhote
mponãotenh
otempo

nãotenhotemponãotenh
otemponãotenhotemp

onãotenhote
m

ponãotenhotemp
onãote
nhotemponãote
nhotempoãoten
hotemponãotenh
otem
ponã

otenhotemponãotenh
otemponãotenhotemponãotenhotemponãotenhotemponãotenho

tempo

14 janeiro 2008

metade orgulho metade fúria

de longe chegou-me a notícia que a lello no porto é a terceira livraria mais bonita do mundo.


pena é que ainda não tenham
tido vontade de arranjar um site de jeito.

pena não, irritação.

eu queria ir...

de volta a terras do frio


e sem net em casa. novidades só depois, sim?

19 dezembro 2007

12 dezembro 2007

a fingir que mergulho nos meus resultados e preparo a reunião de amanhã

«gosto de estendais públicos, nada tenho contra a roupaovento, não me perturba a arquitectura passagística. acho-lhes graça e, humanos, ainda são das coisas que mais arcam a cidade em íris.»

10 dezembro 2007

não sei escolher

mas ela obrigou-me...

. eternal sunshine of the spotless mind, de michel gondry - 2001


porque vejo e vejo e vejo e vejo e vejo e vejo e vejo...


. dancer in the dark, de lars von trier - 2000


porque chorei baba e ranho, e mordi-me toda, e solucei que nem uma
perdida, e quase me arrancou um pedaço do coração nem sei bem como.


. trainspotting, de danny boyle - 1996


porque tem a melhor banda sonora, o melhor argumento,
a pronúncia mais impossível, e o outro moço a correr rua fora.


. cidade de deus, de fernando meirelles - 2002


porque me levou até um mundo desconhecido e assustador,
e mesmo assim conseguiu aterrorizar-me duma forma linda.


. le fabuleux destin d'amélie poulain, jean-pierre jeunet - 2001


foi aquela parte da mão na caixa dos feijões.
taras.


e tantos que não aparecem aqui.
passo a quem quiser responder. é só levantar a mão.

(podem ir carregando nas imagens aí acima)

nem sei que dizer de tão emocionada

recebi uma etiqueta,

cortesia desta menina.

a parte que me faz espécie é ter recebido isto exactamente enquanto não tinha net e esta coisa andava muito mais às moscas do que o normal. significará alguma coisa?

como ando do contra, não passo a ninguém.
por enquanto.
e não é ser do conta:
é andar numa luta inglória com a preguiça;
e haver uma data deles de que gosto;
e estar com vergonha de lhes dizer;
e ter muita preguiça.

lalala

(roubei esta foto à descarada num sítio qualquer - carreguem nela)

faltam 11 dias.

07 dezembro 2007

truz truz

ainda não desapareci

estou à espera que a palavra-chave certa me bata à porta para o router começar a funcionar.

28 novembro 2007

versões - mundos (d)escritos em português

acho interessante que numa obra que tem como objectivo representar a escrita lusófona, evidenciando semelhanças e diferenças culturais através da língua, se encontrem tantos erros ortográficos.

27 novembro 2007

há gajos que deviam ser espanhóis, pá!

não tenho nada a dizer acerca de espanhóis*, mas quis partilhar esta linda frase com vocês. nãosediz nãosediz, eu sei.

mas ri-me tanto!



* por acaso até tenho. este fim-de-semana descobri que há espanhóis que REALMENTE
não conseguem perceber português. mesmo fazendo um esforço.
mesmo sendo inteligentes (hum...). mesmo depois de se apontar as maneiras como
as sílabas habitualmente mudam duma língua para a outra para seguirem a
pronunciação (afinal a culpa é só do som), que muda um bocadinho.
não consigo perceber isto.

26 novembro 2007

rosalind franklin











há uns tempos desapareceram-me ali do lado as referências aos livros que ando a ler tenho de voltar a colocar isso. e actualizar as ligações. e colocar as outras todas que desapareceram por cortesia do novo blogger. e deixar de ser preguiçosa. um deles era a biografia de rosalind franklin, a injustamente apelidada dama negra do adn. já o acabei, e sinto-me tão pequenina...


carregar

(e espreitar ainda http://www.medscape.com/viewarticle/448302. receita: 1. colocar o endereço no google; 2. seguir a ligação que aí aparece.)

aos que se roem de inveja por causa da neve

está frio e vento. a neve transformou-se numa camada de gelo que abraça estradas e passeios e todos quantos se atrevem a sair à rua.

as minhas mãos já diminuíram alguns centímetros com o frio.
daí o sangue que escorre pelas gretas da pele.

23 novembro 2007

se me responderem ao desafio aqui abaixo, hei-de tentar fazer um doce com as respostas.

we choose as the zero of energy the n atoms completely separated in their ground electronic states

a 5ª frase completa da página 161 do livro que os meus olhos encontraram primeiro: molecular thermodynamics, de d.a. mcquarrie e j.d. simon.

obrigada, raa.

passo

à claudjinha, porque tenho muita vontade de saber notícias
ao pedrinhop, com a promessa duma torrada com manteiga num dia de chuva suborno...
ao sérgio, que se não continuar a corrente deve pelo menos fazer-me soltar umas gargalhadas com a recusa
ao jota, porque quero uma (grande) frase dum (grande) livro que o (grande) autor ande a ler
à menina do cicio, porque me apetece ler um bocadinho do enigma de salomé com ela repetem-se correntes? faltam páginas? oh...
ao ruim, como aliciante a que ele quebre o jejum e recomece a escrever sobre outros mundos

são seis, eu sei. mas confesso que aquela é a 6ª frase - a 5ª tinha uma equação demasiado complicada para eu a conseguir escrever aqui. ai ai.



1. Pegue no livro mais próximo, com mais de 161 páginas -- implica acaso e não escolha.
2. Abra o livro na página 161.
3. Na referida página procure a 5.ª frase completa.
4. Transcreva na íntegra para o seu blogue a frase encontrada.
5. Passe o desafio a cinco bloggers.