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13 maio 2008
11 maio 2008
alterações na barra mesmo aqui ao lado
estou a ver se expulso o pó dos tempos agitados da barra do blogue, mas não prometo que consiga. no caso dos blogues, não é o pó que a agitação não deixa assentar, são as palavras. por serem as palavras o mais importante, comecei pelas minhas leituras.
o molecular thermodynamics desapareceu porque, passados uns longos meses, terminei a minha primeira cadeira a sério do plano de estudos! (houve outra, de pesquisa na biblioteca da universidade, mas essa nunca contou para muito - a irina que me perdoe.) comecei há umas semanas - e espero estar quase a terminar - física das superfícies. nem é preciso acrescentar nada ao nome, a tristeza não desaparece. quando acabar esta faço uma grande festa... (suspiro)
entre o shortcuts do raymond carver e estas collected stories da amy hempel já passaram alguns livros pela minha mesa de cabeceira. o melhor de todos mencionei algures aí mais abaixo: on chesil beach, de ian mcewan (vão já procurá-lo na livraria/biblioteca mais próxima!).
qualquer dia, quando o tempo e a paciência me encontrarem, hei-de falar um pouquinho de cada um. agora, tenho de ir raspar as batatas do fundo do tacho. o blogger fez com que, pela primeira vez, conseguisse queimar batatas enquanto as cozia. incrível, não?
qualquer dia, quando o tempo e a paciência me encontrarem, hei-de falar um pouquinho de cada um. agora, tenho de ir raspar as batatas do fundo do tacho. o blogger fez com que, pela primeira vez, conseguisse queimar batatas enquanto as cozia. incrível, não?
na suécia faz frio e neva muito - parte dois
mas, por vezes, faz calor. e é preciso comprar sandálias lindas para não fazer sofrer os pés. sacrifícios.
na suécia faz frio e neva muito
mas, por vezes, faz calor. e dá para apanhar banhos de sol na varanda do prédio; de biquini para escandalizar os vizinhos pensionistas. 25ºC
06 maio 2008
coisas a dizer
tenho a dizer que hoje cheguei à faculdade faltavam 5 minutos para as sete. tenho a dizer que só à porta me lembrei que tinha deixado o cartão (antes das 8h é preciso um cartão magnético e um código para entrar) no gabinete. e que por isso fui a correr atrás dumas pessoas que tinham saído comigo do autocarro e iam para outro edifício. foi a segunda corrida da manhã - o autocarro chegou dois minutos cedo demais e eu ia deixando um pulmão para trás na ânsia de o apanhar. o autocarro, não o pulmão. tenho a dizer que o edifício onde as tais pessoas entraram fica no cu-de-judas e que, mesmo com sono e a morrer da corrida, não me enganei no labirinto que é o caminho por pontes de vidros com recortes de andorinhas de plástico colados e esquinas e portas (umas trancadas, a pedir o tal cartão com código que ficou no gabinete ontem à noite, de que foi preciso esquivar-me) até ao meu edifício. não sei o que é que isto quer dizer, mas alguma coisa há-de significar.
tenho a dizer que talvez seja melhor parar com isto do blogger e pôr-me a trabalhar. mas antes de ir tenho mais duas coisas a dizer: 1. está tempo de dor de cabeça, aquele céu cinzentobaçoluminoso que nos obriga a semicerrar os olhos; 2. às 5h20 já o dia se levantou.
acrescento: o blogger não me quer aceitar uma linha de intervalo entre os parágrafos, raiospartamisto. o firefox deixou de funcionar no meu computador e tenho de usar o ie. isto acrescenta à minha dor de cabeça (só de olhar para o ie não vos faz doer a cabeça? esta merda apresenta tudo desfocado e esquisitóide...). também reparei que a minha barra fica toda desformatada aqui. não quero saber. vou trabalhar. beijinhos, sim?
segundo acrescento: a linha de intervalo já está. ha!
25 abril 2008
20 abril 2008
não é para meter inveja a ninguém
na sexta-feira comprei uma mesa de campismo horrível por 14 euros - que a minha colega de apartamento não vai querer porque não combina com as cadeiras (paneleirices).
hoje estive a resolver os meus exercícios de sueco na varanda. ao sol. de t-shirt. também almocei na varanda. ao sol. de t-shirt. acho que já estou com uma corzinha*.
* ahaha! delírio momentâneo.
deve ter sido do sol que apanhei na cabeça.
deve ter sido do sol que apanhei na cabeça.
10 abril 2008
em modo iutúbaro*
poucas horas de sono misturadas com 4 horas de trabalho que esperam por mim, implacáveis, espalhadas pelo quarto resultam nisto:
movin to the country gonna eat a lot of peaches
im movin to the country im gonna eat me a lot of peaches
im movin to the country im gonna eat a lot of peaches
movin to the country im gonna eat a lot of peaches
peaches come from a can they were put there by a man
in a factory downtown
if i had my little way id eat peaches everyday
sun soakin bulges in the shade chegam-me estas coisas assim de repente à cabeça abraçadas a cálculos de reflexões e refracções e difracções e outras merdas que as ondas fazem e que vou ter de ensinar amanhã
movin to the country im gonna eat a lot of peaches
movin to the country im gonna eat a lot of peaches
im movin to the country gonna eat a lot of peaches
movin to the country gonna eat a lot of peaches
i took a little nap where the roots all twist
squished a rotten peach in my fist
and dreamed about you woman
i poked my finger down inside makin a little room for a ant to hide
natures candy in my hand or can or a pie
millions of peaches peaches for me
millions of peaches peaches for free
millions of peaches peaches for me
millions of peaches peaches for free
look out
millions of peaches peaches for me
millions of peaches peaches for free
millions of peaches peaches for me
millions of peaches peaches for free
look out
08 abril 2008
ataque lusitano à escandinávia *
moonspell no festival de arvika - 3 a 5 jul 08
buraka som sistema no way out west em gotemburgo - 8 e 9 ago 08
* credo! parece título de jornal desportivo...
açorda

não sei se é por estar longe, mas a substituição dos coentros por tomilho* não estragou tanto a açorda quanto receava. deve ter sido a fome a misturar-se com a saudade.
* foi por necessidade.
e nem descrevo o choque que foi encontrar as últimas folhinhas de coentros apodrecidas no congelador...
já agora esclareço:
por cá também se consegue encontrar coentros
(poejo não sei, ainda nem consegui descobrir a palavra em sueco).
quatro caules raquíticos em vasinhos ridículos quase 2 euros.
e ainda está demasiado frio para pôr uns vasos na varanda.
e nem descrevo o choque que foi encontrar as últimas folhinhas de coentros apodrecidas no congelador...
já agora esclareço:
por cá também se consegue encontrar coentros
(poejo não sei, ainda nem consegui descobrir a palavra em sueco).
quatro caules raquíticos em vasinhos ridículos quase 2 euros.
e ainda está demasiado frio para pôr uns vasos na varanda.
02 abril 2008
eu devia era estar mergulhada em ondas para sexta... *
vampire weekend
jack peñate
devotchka
* isto é só para que me pese a consciência,
não se esforcem muito por entender.
não se esforcem muito por entender.
da ciência e da irracionalidade dos deuses
«in all respects science is logically incompatible with the belief in a nonmaterial intelligent entity that controls the universe and is called god, yet many scientists (...) have such a religious belief.
i can think of only three resolutions of this paradox.
the scientist’s god either is not an intelligent entity or has no control over the universe.
the second is to accept the concept of science as defined here with a part of one’s mind and that of god with another, with an impermeable barrier between the two parts.
the third is either not to be a scientist or not to believe in god (...).
the funny thing about these solutions is that they all work! the troublemakers are the zealots*, i.e. the proponents of intelligent design on the one hand, and the russian communists’ idiotic attempt to prohibit religion on the other.»
daqui [pdf; 140 kb]
* drumbeaters, fanbois, fanatical partisans, blablablas.
31 março 2008
27 março 2008
a propósito do incidente dámutelemóbeljá
12-year-old girl sends teacher to hospital
the girl began yelling at the teacher, and then proceeded to punch and kick her repeatedly the teacher ended up being sent to the emergency room for her injuries
só neste país é que acontecem estas coisas. lá fora não se vê nada disto. está tudo perdido. é uma vergonha. não há respeito. portugal já foi pelo cano. somos todos uns desgraçadinhos.
só neste país é que acontecem estas coisas. lá fora não se vê nada disto. está tudo perdido. é uma vergonha. não há respeito. portugal já foi pelo cano. somos todos uns desgraçadinhos.
aquilo ali acima
(carreguem no texto para irem lá ter)
aconteceu na suécia
(carreguem no texto para irem lá ter)
aconteceu na suécia
26 março 2008
e já que comecei com isto de livros
li este aqui abaixo em duas noites (daquelas curtas, em que se rouba ao sono para se dar às palavras).
25 março 2008
da vida internética
"1) everything that's already in the world when you're born is just normal;
2) anything that gets invented between then and before you turn 35 is incredibly exciting and creative and, given opportunity, you can make a career out of it;
2) anything that gets invented between then and before you turn 35 is incredibly exciting and creative and, given opportunity, you can make a career out of it;
3) anything that gets invented after you're 35 is against the natural order of things and the beginning of the end of civilization as we know it until it's been around for about ten years when it gradually turns out to be alright really.”
Axel Bringéus, 24, was fired from his job at Procter & Gamble last week after a newspaper published excerpts from his personal blog.
Axel Bringéus, 24, was fired from his job at Procter & Gamble last week after a newspaper published excerpts from his personal blog.
ao semanário sol:
esqueceram-se do último parágrafo!
reuters:
(...) Academics at Durham and Plymouth universities said their research shows that a player's biological response to the colour red, a "testosterone-driven signal of male quality", has helped football teams to success.
sol:
Segundo investigadores da Universidade Durham e da Universidade Plymouth, a resposta biológica de um jogador à cor vermelha, um «sinal de masculinidade ligado à testosterona», ajudou algumas equipas de futebol a conquistarem vitórias
reuters:
(...) As well as boosting the players, the colour could also help bring in the ticket and memorabilia-buying fans, who are becoming more crucial now that success in the beautiful game depends on how much cash clubs have to pay for top players.
"Over time supporters may have been subconsciously more attracted to a club wearing red, so the club has developed an increasing resource base within its community," said Robert Barton, a professor at Durham University.
sol:
Segundo o estudo, além de dar mais energia aos jogadores, a cor vermelha também leva mais adeptos aos estádios e incentiva na compra de produtos relacionados com a marca do clube, fonte de rendimento cada vez mais importante nas contas dos clubes, em que o sucesso das equipas é medido conforme o salário pago aos jogadores
«Ao longo do tempo, os adeptos podem sentir-se mais atraídos, de forma subconsciente, por uma equipa que use a cor vermelha, sendo assim a equipa aumenta a sua massa associativa» , afirmou Robert Barton, professor da Universidade Durham.
reuters:
Arsenal's dominance of the Premier League may help prove this theory, but FC Barcelona -- whose away kit is yellow -- and the orange-clad Dutch national side may resent the other end of the researchers' findings.
sol:
O facto de o Arsenal dominar a primeira divisão do futebol inglês poderia comprovar a teoria. Mas o Barcelona, cuja segunda camisa é amarela, e a selecção holandesa talvez não fiquem muito satisfeitos com a outra suposta descoberta dos investigadores.
reuters:
After studying English football league results since 1945, the academics concluded that teams who wear these colours were likely to win the fewest games.
sol:
.......................................................................................................................................
ó sol, falta traduzir aquele parágrafo ali mais acima para se perceber a piada do amarelo e do laranja! se é para copiar literalmente, pelo menos tomem atenção e não façam figura (ainda mais) triste deixando uma ideia a meio.
já agora, uma pesquisa rápida nesta www muito querida levanta duas questões interessantes:
. andará a reuters em crise de notícias? um artigo do news in science de 2005 diz praticamente o mesmo e cita a reuters como referência;
. quão cuidada será a investigação dos jornalistas antes de publicarem qualquer coisa? um outro artigo de fev08 no physorg indica que, embora a influência do vermelho seja importante, uma nova avaliação dos dados poderá ser necessária de maneira a considerar outros factores que poderão estar a distorcer as conclusões. nada disto é mencionado. ah! e a reuters sabia disto. duas vezes.
em março de 2008 difunde-se uma informação com 3 anos, que aparentemente já tinha sido noticiada pela mesma agência, sem nenhum cuidado em procurar actualizações. e o semanário sol decide traduzir quase literalmente este pedaço de notícia sem sequer se aperceber que deixa uma ideia a meio por "falhar" o último parágrafo. é triste.
reuters:
(...) Academics at Durham and Plymouth universities said their research shows that a player's biological response to the colour red, a "testosterone-driven signal of male quality", has helped football teams to success.
sol:
Segundo investigadores da Universidade Durham e da Universidade Plymouth, a resposta biológica de um jogador à cor vermelha, um «sinal de masculinidade ligado à testosterona», ajudou algumas equipas de futebol a conquistarem vitórias
reuters:
(...) As well as boosting the players, the colour could also help bring in the ticket and memorabilia-buying fans, who are becoming more crucial now that success in the beautiful game depends on how much cash clubs have to pay for top players.
"Over time supporters may have been subconsciously more attracted to a club wearing red, so the club has developed an increasing resource base within its community," said Robert Barton, a professor at Durham University.
sol:
Segundo o estudo, além de dar mais energia aos jogadores, a cor vermelha também leva mais adeptos aos estádios e incentiva na compra de produtos relacionados com a marca do clube, fonte de rendimento cada vez mais importante nas contas dos clubes, em que o sucesso das equipas é medido conforme o salário pago aos jogadores
«Ao longo do tempo, os adeptos podem sentir-se mais atraídos, de forma subconsciente, por uma equipa que use a cor vermelha, sendo assim a equipa aumenta a sua massa associativa» , afirmou Robert Barton, professor da Universidade Durham.
reuters:
sol:
O facto de o Arsenal dominar a primeira divisão do futebol inglês poderia comprovar a teoria. Mas o Barcelona, cuja segunda camisa é amarela, e a selecção holandesa talvez não fiquem muito satisfeitos com a outra suposta descoberta dos investigadores.
reuters:
After studying English football league results since 1945, the academics concluded that teams who wear these colours were likely to win the fewest games.
sol:
.......................................................................................................................................
ó sol, falta traduzir aquele parágrafo ali mais acima para se perceber a piada do amarelo e do laranja! se é para copiar literalmente, pelo menos tomem atenção e não façam figura (ainda mais) triste deixando uma ideia a meio.
já agora, uma pesquisa rápida nesta www muito querida levanta duas questões interessantes:
. andará a reuters em crise de notícias? um artigo do news in science de 2005 diz praticamente o mesmo e cita a reuters como referência;
. quão cuidada será a investigação dos jornalistas antes de publicarem qualquer coisa? um outro artigo de fev08 no physorg indica que, embora a influência do vermelho seja importante, uma nova avaliação dos dados poderá ser necessária de maneira a considerar outros factores que poderão estar a distorcer as conclusões. nada disto é mencionado. ah! e a reuters sabia disto. duas vezes.
em março de 2008 difunde-se uma informação com 3 anos, que aparentemente já tinha sido noticiada pela mesma agência, sem nenhum cuidado em procurar actualizações. e o semanário sol decide traduzir quase literalmente este pedaço de notícia sem sequer se aperceber que deixa uma ideia a meio por "falhar" o último parágrafo. é triste.
o que ainda me chateia mais nisto tudo é que, fora o artigo do physorg, em mais lado nenhum aparecem os artigos originais referenciados.
isto tudo ainda me ajuda.
já não me sinto mal por não conseguir ler os jornais todos os dias.
que merda.
já não me sinto mal por não conseguir ler os jornais todos os dias.
que merda.
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