15 abril 2009
14 abril 2009
legenda #4
não é que me faltem coisas para dizer. por vezes nem sequer são as palavras que faltam. é mesmo a vontade.
legenda #3
a páscoa na suécia dura 4 dias e meio. feriado sexta (por isso quinta só se trabalha meio-dia*) e feriado segunda. deu para plantar coentros e salsa, para coser meias, para comer gelado, para andar de manga curta na rua (mesmo com frio), para tirar as socas e as pulseiras da caixa, para fazer o primeiro churrasco do ano e jogar kubb, para experimentar receitas antigas, para sentir muitas saudades da feira da ladra e do cheiro de lisboa depois da chuva.
*sim, eu trabalhei o dia inteiro. e um pouquinho durante os outros dias também...
legenda #2
voltar da alemanha foi excelente. deixar de carregar a vida numa mala de viagem. ter a melhor visita. curtinha...
legenda #1
passei o mês de março inteirinho na alemanha. as primeiras 3 semanas em augsburg, a trabalhar em sala limpa, a usar uma caixa de luvas gigantesca (tão fixe!), a evaporar coisas em sistema de vácuo, a medir as minhas primeiras células solares.* a última semana em dresden, a ouvir mil pessoas (6 000!) a falar de coisas que não percebo (e de algumas que já percebo um bocadinho) e a tentar vender os meus resultados no matadouro que é uma sessão de posters na alemanha. foi bom.
* não vou explicar. não quero (mais) gente a dormir por aqui.
13 abril 2009
15 março 2009
12 março 2009
10 março 2009
escritas de corpo
«(...) Por vezes, olho algumas caligrafias e sinto cheiros, é como se estivesse a tocar uma pele escondida nas letras, como se ouvisse o tom de uma voz através da forma como a língua é desenhada sobre a página por uma mão mais ou menos firme, por um corpo mais ou menos firme, já que para a mão, quando escrevemos, vai todo o peso do corpo. (...)»
25 fevereiro 2009
18 fevereiro 2009
19 janeiro 2009
isto não interessa a ninguém, mas lembro-me de me sentar ao pé do joão aguardela durante um sarau de ginástica há mil anos atrás enquanto calçava as sapatilhas e o meu coração batia um nadinha mais forte. uma emoção feita de adolescência e de cabelos compridos a gritar rebeldia e da aura de estrelas que afinal bebem bicas no bar da associação desportiva do bairro como as pessoas normais.
e agora, porque se morre em todo o lado e a todas as horas e as coincidências são umas putas insensíveis, o que descobri foi que uma canção que me andou a perseguir durante muito tempo é afinal parte do extinto projecto megafone. esta aqui abaixo.
que me desculpem se ofendo, mas do que me vou lembrar sempre é do coração acelerado e de ter querido ser crescida o suficiente para beber uma bica com o meu vizinho.
e agora, porque se morre em todo o lado e a todas as horas e as coincidências são umas putas insensíveis, o que descobri foi que uma canção que me andou a perseguir durante muito tempo é afinal parte do extinto projecto megafone. esta aqui abaixo.
11 janeiro 2009
lá-lás para um retornado
09 janeiro 2009
08 janeiro 2009
07 janeiro 2009
17 dezembro 2008
publicidade, fotografia, lisboa

Lisboa, 3 da manhã, dia 19 de Dezembro e 24 horas seguintes.
«fui convidado para fotografar Lisboa durante 24 horas seguidas enquanto ao mesmo tempo todas as outras capitais europeias estão também a ser fotografadas por um fotógrafo/a. infelizmente não tive e não terei tempo para preparação. não faz mal, terá que ser feito engenho a partir do pouco que se tem. é aqui que vocês ou os vossos amigos e conhecidos podem participar... procuro sugestões e pessoas que vivam ou trabalhem em Lisboa e que gostassem de ser fotografadas por mim nesse dia! preciso de fotografar cada uma das 24 horas e por isso não tenham vergonha e peço descaradamente ajuda na vossa participação. pode ser fotografar o INEM durante a madrugada, como pode ser a fornalha de um padeiro. o quarto de um estudante ou a varanda de um escritor. a vassoura de quem limpa a madrugada ou o crepúsculo de quem não tem casa. o vermelhar de um nascimento ou uma visita às flores de uma lápide. não há muito tempo e resta-me a esperança de alguém ler, distribuir estas palavras rápidas e esperar que alguém me escreva ou me telefone com vontade em participar.
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