08 setembro 2009
02 setembro 2009
31 agosto 2009
27 agosto 2009
termodinâmica dos cacos pulsantes
20 agosto 2009
that leaving feeling
trouxe tudo comigo, incluindo a tristeza e as chaves; não quero deixar nada para trás.
12 agosto 2009
para fazer em lisboa
coisas bonitas
mas a ciclovia belém - cais do sodré está tão bonita! quero mais. quero passear lá.
O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,
Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia
Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia.
O Tejo tem grandes navios
E navega nele ainda,
Para aqueles que vêem em tudo o que lá não está,
A memória das naus.
O Tejo desce de Espanha
E o Tejo entra no mar em Portugal.
Toda a gente sabe isso.
Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia
E para onde ele vai
E donde ele vem.
E por isso porque pertence a menos gente,
É mais livre e maior o rio da minha aldeia.
Pelo Tejo vai-se para o Mundo.
Para além do Tejo há a América
E a fortuna daqueles que a encontram.
Ninguém nunca pensou no que há para além
Do rio da minha aldeia.
O rio da minha aldeia não faz pensar em nada.
Quem está ao pé dele está só ao pé dele.
11 agosto 2009
vou-me vingando das confusões do consulado e da comissão nacional de eleições*
My Political Views
I am a left moderate social libertarian
Left: 5.75, Libertarian: 1.92

My Foreign Policy Views
Score: -5.86

My Culture War Stance
Score: -5.15

political spectrum quiz, visto aqui.
09 agosto 2009
12 junho 2009
mais do que ortografia
«Não há a rigor uma só frase que não nos cause estranheza – tudo é familiar, mas pelo caminho espalham-se pedrinhas de sentido a desviar o rumo. Quanto à linguagem, em nenhum momento o leitor se sente em casa, e isso é mortal na prosa literária, que tem na vida cotidiana da língua a sua matéria-prima de origem. Não é só vocabulário, o que seria um problema simples – é sintaxe mesmo, os pronomes todos e seus modos de usar, campos semânticos sutilmente distintos, regências particulares que vão como que armando um novo modo de ver o mundo, tudo que metaforicamente define uma língua.»
escritor brasileiro
aqui
não concordo com a sugestão de alterar sintática e ortograficamente as obras de cada lado do atlântico, traduzindo-as como se de outra língua se tratasse, que o escritor sugere no final do artigo referenciado. o ritmo do original, embora possa causar estranheza e deixar uns pozinhos de desconforto na mente, é único. perde-se sempre numa tradução, é transfigurado pelo tradutor que o filtra, que o molda de maneira a melhor encaixar numa outra emoção mais familiar ao leitor. mas admito que entre uma tradução dum livro em língua que desconheço prefiro sempre (e continuarei sempre a preferir) a portuguesa. e espero que com a minha ortografia.
02 junho 2009
diferenças culturais
agora, estes suécios... como é que no segundo ano da faculdade não sabem as coisas mais básicas?! não sabem escrever um sumário (não inclui as 30 tabelas de resultados!), não sabem que a introdução teórica ou lá como lhe quiserem chamar não é uma lista de equações a usar, não sabem que têm de referenciar a origem dos valores tabelados, o que é que eu estou a dizer?!, eles nem sabem que apresentando um diagrama têm de escrever na legenda a que elemento se refere e não apenas "diagrama" (diagrama quê? diagrama de quê?)! e as conclusões... as conclusões!
estou em choque cultural.
nota: esta gente não leva nota. é só passar ou chumbar. os relatórios são entregues numa determinada data, corrigidos e devolvidos para alterações; novamente entregues, corrigidos e devolvidos para alterações; e de novo; e de novo; e de novo - até eu entrar em parafuso e passar toda a gente! não é um bom sistema.
29 maio 2009
há mesmo gente horrível neste mundo
daqui, visto aqui
25 maio 2009
(cleptomania minha)
é de ausências que se embaciam as ruas
lugares vazios onde as estrelas se apagam
e o que não se disse da melancolia
é que vivemos numa espécie de queda
maria sousa
20 maio 2009
18 maio 2009
já tenho net em casa!
notas breves:
1) saber como se diz cardinal em sueco é muitíssimo importante quando se precisa de contactar os serviços técnicos por telefone;
2)também ajuda não entrar em pânico quando uma gaja qualquer começa a debitar tralha em viking à velocidade da luz - costuma ser publicidade... que saudades da musiquinha parva que entretinha a espera!
13 maio 2009
é fartar, vilanagem!
08 maio 2009
dores de cotovelo
e o negrito está assim no original e tudo. ahahaha!






