02 outubro 2009

que me tange os nervos (ii)

letreiros com erros ortográficos. não há correctores ortográficos nas gráficas? dicionários?! vão ao priberam ou ao raio c'os parta.

proíbido [sic] dá cabo de mim...

hitler em mangá

versão mangá do livro minha luta está a ser um sucesso no japão.

a curiosidade não matou o gato

o gato está simultaneamente vivo e morto.












prémios ignobel. primeiro fazem-te rir, depois fazem-te pensar.

01 outubro 2009

coisas suecas

embora as casas-de-banho sejam mistas e eu esteja a trabalhar no departamento de física (onde as meninas são uma gritante minoria), não me lembro de alguma vez ter encontrado o tampo da sanita levantado. aliás, geralmente até a tampa está no sítio. boa, meninos suecos!

em contrapartida, a cada duas horas oiço o meu
vizinho chinês ir lá escarrar com grande alarido.

que me tange os nervos

gente muito pipi, sem um cabelo fora de sítio, troteando estrada fora com a etiqueta do preço ainda colada à sola dos sapatos. é especialmente perturbador quando a sola é preta ou vermelha ou assim qualquer coisa mais especial e a cada passo surge uma manchinha branca a marcar o ritmo.
last minute gift idea.

29 setembro 2009

my heart, slow down

don't run
you see i'm lost without your rythm.

26 setembro 2009

american history x

tanta coisa boa para fazer pensar, e agora que o vejo novamente só me vem à cabeça: aquele é o irmão do earl, não é?

acabei de ver num anúncio na tv

as chamadas de valor acrescentado na suécia custam tanto quanto falar para outras redes em portugal.

eu sou a super-mulher


consegui partir um copo de vidro só de o apertar. nem uma gota de sangue.

25 setembro 2009

contra-sinais

ontem pediram-me a identificação na systembolag. praí desde o natal que isto não acontecia.

e acho que não vai acontecer muitas mais vezes.
[suspiro]

no domingo de manhã

«No domingo de manhã somos todos verdadeiramente iguais. Nessa hora democrática, quando o ruído parou e os pulhas ainda não ousam as sondagens, não há governo e é tudo possível (...).»

23 setembro 2009

(ando com uma peninha da gente centro-direita que nem sei. como é possível tê-los chamado coitadinhos duas DUAS vezes aí mais abaixo?!)

desabafo

anda tudo num corrupio a falar do próximo domingo e do telejornal que acabou e do primeiro que é assim e que é assado e nem à porrada se entende e das escutas e da miséria de presidente que temos e mais isto e mais aquilo, e de repente há umas almas iluminadas que vêm dizer que o ps ganha, mas pouco, e o be sobe e o pcp sobe menos e o psd coitadinho nem dá que falar e o portas que esbracejaesbraceja e nada (também o que é que ele queria? mais um tempinho com a fotocopiadora? depois dos cartazes que pregou acerca do rendimento mínimo e da polícia e sei-lá-que-mais, aquilo só mesmo com um foguete atado às pernas e fogo nele). mas esta gente não tem mais que fazer? eu ando para aqui exilada, tanto que nem votar me deixam, e nada disto é novo. as intriguices que enjoo, e o eterno jogo da politiquice que no fim não altera nada, e o cansaço disto tudo - estou quase como a outra, a coitada que foi escolhida para fogo de vista e fingir que se luta sem lutar: seis meses de descanso à democracia e eu punha mão neles.*

*ahaha!, olha para mim a achar que sei...

sinais (iii)

na semana passada notei que há dois moços bonitos nos laboratórios que estou a dar. logo a seguir reparei na data de nascimento dos crianços.

wtf?!!!

sinais (ii)

os sapatos que mais tenho calçado nestes últimos dias são uns ténis muito feios que são também muito confortáveis.

hum...

(mensagem pessoal)

à atenção dum certo e determinado emigra: eu gosto de usar linhas em branco a separar parágrafos. manias da linha, sei lá. mas anotei a dica.

sinais

há uns anos fui contra um poste. tive desculpa - o menino pp, a baralhar-me os passos e o batimento cardíaco e tudo, e o poste dar-me pelas mamas, encontrando-se por isso fora do meu campo de visão.

ontem repeti a proeza. nada de meninos, nada de postes curtinhos. não sei bem que pensar disto. dói-me o ombro.

deve estar relacionado com isto,
mas não quero admiti-lo.