30 outubro 2009
29 outubro 2009
26 outubro 2009
seguindo a corrente
eu não ia dizer nada acerca disto, mas já não consigo resistir mais tempo. tenho mesmo de meter a minha colherada no assunto.
assunto: maitê proença
vi o lindo vídeo uns tempos antes da polémica incendiar o país (isto parece mal escrito, mas é mesmo o que quero dizer: visto de fora, foi incêndio que deflagrou sem controlo). fiquei horrorizada; respirei fundo; olhei para a data daquela tristeza; encolhi os ombros perante a idiotia de algumas pessoas; e apaguei o mail onde me tinham enviado a ligação para o iutúbaro (tiro novamente o chapéu à genialidade do autor original desta linda tradução, que anda desaparecido há um porradão de tempo).
aquilo não tem ponta por onde se lhe pegue - e estou neste momento a dar o peito às balas. pelo que li por aí, parece que quem acha de mau gosto e sem piada é um desgraçadinho complexado com falta de sexo e problemas de infância. ficarei definitivamente marcada a ferro quente como uma portuguesinha triste, mas aquilo é fazer pouco da gente. terá piada num contexto pífio de tagarelice maldicente de comadres - o que parece ser o género de coisa que o programa da gnt é - daí eu nem ter ligado à coisa, por achar o programa tão insignificante. agora dizer que ahaha!, era a brincar e tal não dá para engolir.
é ofensivo.
mas este ser ofensivo não justifica o clamor de protestos que se seguiu - com gente a favor, gente contra, desculpas públicas, recolha de assinaturas para sei lá o quê, e maismaismais - exactamente pela pobreza de espírito dos ataques e pelo contexto em que foram feitos (em plena incapacidade de discernimento, consequência directa do programa onde passou a peça). não interessa.
a sério, interessa mesmo a alguém o que um grupo de araras cinquentonas poderá dizer ou deixar de dizer numa sessão de cusquice, mesmo que televizada?
aquilo não tem ponta por onde se lhe pegue - e estou neste momento a dar o peito às balas. pelo que li por aí, parece que quem acha de mau gosto e sem piada é um desgraçadinho complexado com falta de sexo e problemas de infância. ficarei definitivamente marcada a ferro quente como uma portuguesinha triste, mas aquilo é fazer pouco da gente. terá piada num contexto pífio de tagarelice maldicente de comadres - o que parece ser o género de coisa que o programa da gnt é - daí eu nem ter ligado à coisa, por achar o programa tão insignificante. agora dizer que ahaha!, era a brincar e tal não dá para engolir.
é ofensivo.
mas este ser ofensivo não justifica o clamor de protestos que se seguiu - com gente a favor, gente contra, desculpas públicas, recolha de assinaturas para sei lá o quê, e maismaismais - exactamente pela pobreza de espírito dos ataques e pelo contexto em que foram feitos (em plena incapacidade de discernimento, consequência directa do programa onde passou a peça). não interessa.
a sério, interessa mesmo a alguém o que um grupo de araras cinquentonas poderá dizer ou deixar de dizer numa sessão de cusquice, mesmo que televizada?
21 outubro 2009
não sei se é sinal, contra-sinal ou o caralhinho*
comprei um chocolate e aquilo não fez nada por mim. nadinha.
*ui!, caracinhas?...
16 outubro 2009
12 outubro 2009
09 outubro 2009
08 outubro 2009
contra-sinais (ii)
hoje disseram que eu tinha 21 anos.
quem disse isto tem 15, mas não se desdenham
estas coisas quando são assim de graça.
estas coisas quando são assim de graça.
06 outubro 2009
05 outubro 2009
04 outubro 2009
para o natal eu quero

desacordo ortográfico
«Uma antologia de textos que valorizam a diferença na língua portuguesa. Um livro que reúne autores que, em vez de escrever no bom português, preferiram adoptar os seus óptimos, estranhos, lindos portugueses.»
sai em novembro. ver aqui como se constrói.
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