pode ser que aqui expliquem.
02 outubro 2009
e a propósito de raio c'os parta
nem durmo de noite a pensar nisto.
que me tange os nervos (ii)
01 outubro 2009
coisas suecas
vizinho chinês ir lá escarrar com grande alarido.
que me tange os nervos
29 setembro 2009
26 setembro 2009
american history x
acabei de ver num anúncio na tv
25 setembro 2009
contra-sinais
[suspiro]
no domingo de manhã
24 setembro 2009
23 setembro 2009
desabafo
sinais (iii)
sinais (ii)
sinais
ontem repeti a proeza. nada de meninos, nada de postes curtinhos. não sei bem que pensar disto. dói-me o ombro.
mas não quero admiti-lo.
22 setembro 2009
bonito de morrer
20 setembro 2009
19 setembro 2009
vai correr bem
11 setembro 2009
tanta coisa boa para fazer em lisboa
10 setembro 2009
pub
isabelle chase otelo saraiva de carvalho
o novo disco que afinal são dois: worst of e george best of.
08 setembro 2009
02 setembro 2009
31 agosto 2009
27 agosto 2009
termodinâmica dos cacos pulsantes
20 agosto 2009
that leaving feeling
trouxe tudo comigo, incluindo a tristeza e as chaves; não quero deixar nada para trás.
12 agosto 2009
para fazer em lisboa
coisas bonitas
mas a ciclovia belém - cais do sodré está tão bonita! quero mais. quero passear lá.
O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,
Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia
Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia.
O Tejo tem grandes navios
E navega nele ainda,
Para aqueles que vêem em tudo o que lá não está,
A memória das naus.
O Tejo desce de Espanha
E o Tejo entra no mar em Portugal.
Toda a gente sabe isso.
Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia
E para onde ele vai
E donde ele vem.
E por isso porque pertence a menos gente,
É mais livre e maior o rio da minha aldeia.
Pelo Tejo vai-se para o Mundo.
Para além do Tejo há a América
E a fortuna daqueles que a encontram.
Ninguém nunca pensou no que há para além
Do rio da minha aldeia.
O rio da minha aldeia não faz pensar em nada.
Quem está ao pé dele está só ao pé dele.
11 agosto 2009
vou-me vingando das confusões do consulado e da comissão nacional de eleições*
My Political Views
I am a left moderate social libertarian
Left: 5.75, Libertarian: 1.92

My Foreign Policy Views
Score: -5.86

My Culture War Stance
Score: -5.15

political spectrum quiz, visto aqui.
09 agosto 2009
12 junho 2009
mais do que ortografia
«Não há a rigor uma só frase que não nos cause estranheza – tudo é familiar, mas pelo caminho espalham-se pedrinhas de sentido a desviar o rumo. Quanto à linguagem, em nenhum momento o leitor se sente em casa, e isso é mortal na prosa literária, que tem na vida cotidiana da língua a sua matéria-prima de origem. Não é só vocabulário, o que seria um problema simples – é sintaxe mesmo, os pronomes todos e seus modos de usar, campos semânticos sutilmente distintos, regências particulares que vão como que armando um novo modo de ver o mundo, tudo que metaforicamente define uma língua.»
escritor brasileiro
aqui
não concordo com a sugestão de alterar sintática e ortograficamente as obras de cada lado do atlântico, traduzindo-as como se de outra língua se tratasse, que o escritor sugere no final do artigo referenciado. o ritmo do original, embora possa causar estranheza e deixar uns pozinhos de desconforto na mente, é único. perde-se sempre numa tradução, é transfigurado pelo tradutor que o filtra, que o molda de maneira a melhor encaixar numa outra emoção mais familiar ao leitor. mas admito que entre uma tradução dum livro em língua que desconheço prefiro sempre (e continuarei sempre a preferir) a portuguesa. e espero que com a minha ortografia.
02 junho 2009
diferenças culturais
agora, estes suécios... como é que no segundo ano da faculdade não sabem as coisas mais básicas?! não sabem escrever um sumário (não inclui as 30 tabelas de resultados!), não sabem que a introdução teórica ou lá como lhe quiserem chamar não é uma lista de equações a usar, não sabem que têm de referenciar a origem dos valores tabelados, o que é que eu estou a dizer?!, eles nem sabem que apresentando um diagrama têm de escrever na legenda a que elemento se refere e não apenas "diagrama" (diagrama quê? diagrama de quê?)! e as conclusões... as conclusões!
estou em choque cultural.
nota: esta gente não leva nota. é só passar ou chumbar. os relatórios são entregues numa determinada data, corrigidos e devolvidos para alterações; novamente entregues, corrigidos e devolvidos para alterações; e de novo; e de novo; e de novo - até eu entrar em parafuso e passar toda a gente! não é um bom sistema.
29 maio 2009
há mesmo gente horrível neste mundo
daqui, visto aqui
25 maio 2009
(cleptomania minha)
é de ausências que se embaciam as ruas
lugares vazios onde as estrelas se apagam
e o que não se disse da melancolia
é que vivemos numa espécie de queda
maria sousa
20 maio 2009
18 maio 2009
já tenho net em casa!
notas breves:
1) saber como se diz cardinal em sueco é muitíssimo importante quando se precisa de contactar os serviços técnicos por telefone;
2)também ajuda não entrar em pânico quando uma gaja qualquer começa a debitar tralha em viking à velocidade da luz - costuma ser publicidade... que saudades da musiquinha parva que entretinha a espera!
13 maio 2009
é fartar, vilanagem!
08 maio 2009
dores de cotovelo
e o negrito está assim no original e tudo. ahahaha!
07 maio 2009
25 abril 2009
22 abril 2009
21 abril 2009
pergunta
16 abril 2009
15 abril 2009
14 abril 2009
legenda #4
legenda #3
legenda #2
legenda #1
13 abril 2009
15 março 2009
12 março 2009
10 março 2009
escritas de corpo
25 fevereiro 2009
18 fevereiro 2009
19 janeiro 2009
e agora, porque se morre em todo o lado e a todas as horas e as coincidências são umas putas insensíveis, o que descobri foi que uma canção que me andou a perseguir durante muito tempo é afinal parte do extinto projecto megafone. esta aqui abaixo.
11 janeiro 2009
lá-lás para um retornado
09 janeiro 2009
08 janeiro 2009
07 janeiro 2009
17 dezembro 2008
publicidade, fotografia, lisboa

Lisboa, 3 da manhã, dia 19 de Dezembro e 24 horas seguintes.
15 dezembro 2008
14 dezembro 2008
09 dezembro 2008
bolo rei
bate-se 200 g de açúcar com 200 g de margarina amolecida. junta-se 6 ovos, 2 dl de água (ou leite), uma pitada de sal, 100 ml de vinho do porto (eu juntei aquele onde tinha deixado as frutas a macerar e um gole de rum - ficou mais perto dos 200 ml...) e 1 kg de farinha. amassa-se bem - não é preciso ser tímido, arregaça-se as mangas, pede-se a alguém para segurar a tigela e usa-se as mãos até doerem os nós dos dedos e ainda mais. junta-se o fermento e amassa-se mais até se obter uma massa elástica, que não se cole às mãos (tem de se juntar um pouco mais de farinha se se exagerou na bebida). deixa-se repousar durante uns 5 minutos.
junta-se a fruta cristalizada e ~200 g de frutos secos cortados em pedaços pequenos. envolve-se bem e deixa-se levedar durante pelo menos uma hora tapado com um plástico - até dobrar de volume (e dobra mesmo!).
divide-se a massa em bolas com o tamanho desejado e deixa-se repousar durante 10 minutos, tapadas (ou não se deixa repousar, como eu). molda-se uma coroa fazendo um buraco no meio - quem quiser pode usar o cotovelo.* pincela-se com ovo batido, polvilha-se com amêndoa/noz/pinhões granulado e decora-se com fruta cristalizada, frutos secos e açúcar em pó.

deixa-se levedar no tabuleiro por mais uma hora (ou não. hehe!).
vai ao forno a 180 - 200 ºC durante o tempo que for preciso - para bolos de ~500 g deve demorar uns 25 minutos, mas o melhor é ir espetando a massa com um palito e ver se ainda vem alguma coisa agarrada.
serve-se com vinho do porto, glögg, uma troca de prendas, e gargalhadas q.b.
nota: as quantidades da fruta cristalizada, das sultanas e dos frutos secos vêm aproximadas porque coloquei a olho (mais frutos secos e menos fruta cristalizada, acho eu) - mas estas são as que estavam indicadas numa das receitas que segui.
08 dezembro 2008
com dedicatória

Com um dedo, toco a borda da tua boca, desenhando-a como se saísse da minha mão, como se a tua boca se entreabrisse pela primeira vez, e basta-me fechar os olhos para tudo desfazer e começar de novo, faço nascer outra vez a boca que desejo, a boca que a minha mão define e desenha na tua cara, uma boca escolhida entre todas as bocas, escolhida por mim com soberana liberdade para desenhá-la com a minha mão na tua cara e que, por um acaso que não procuro compreender, coincide exactamente com a tua boca, que sorri por baixo da que a minha mão te desenha.
Olhas-me, de perto me olhas, cada vez mais de perto, e então brincamos aos ciclopes, olhando-nos cada vez mais de perto. Os olhos agigantam-se, aproximam-se entre si, sobrepõem-se, e os ciclopes olham-se, respirando confundidos, as bocas encontram-se e lutam sem vontade, mordendo-se com os lábios, quase não apoiando a língua nos dentes, brincando nos seus espaços onde um ar pesado vai e vem com um perfume velho e um silêncio. Então as minhas mãos tentam fundir-se no teu cabelo, acariciar lentamente as profundezas do teu cabelo enquanto nos beijamos como se tivéssemos a boca cheia de flores ou de peixes, de movimentos vivos, de uma fragrância obscura. E se nos mordemos a dor é doce, e se nos afogamos num breve e terrível absorver simultâneo do fôlego, essa morte instantânea é bela. E há apenas uma saliva e apenas um sabor a fruta madura, e eu sinto-te tremer em mim como a lua na água.»
02 dezembro 2008
do dicionário da priberam:
brasileiro
![]() |
de Brasil
adj. e s. m.,relativo ou pertencente ao Brasil;natural do Brasil;
pop.,por ext. indivíduo que foi ao Brasil e que voltou de lá rico.
português
![]() |
do Lat. portucalense
adj.,relativo a Portugal;diz-se de uma variedade de trigo-mole;
fig.,franco, leal, apesar de rude;
s. m.,indivíduo natural de Portugal;indivíduo que tem nacionalidade portuguesa;língua falada pelos Portugueses, Brasileiros e todos os povos africanos de língua oficial portuguesa;antiga moeda de ouro.
'tá pcebidó moços?


















