31 outubro 2009
coisa sem interesse (ii)
ateus de todo o mundo, uni-vos!
ahaha!
coisa sem interesse
30 outubro 2009
29 outubro 2009
26 outubro 2009
seguindo a corrente
aquilo não tem ponta por onde se lhe pegue - e estou neste momento a dar o peito às balas. pelo que li por aí, parece que quem acha de mau gosto e sem piada é um desgraçadinho complexado com falta de sexo e problemas de infância. ficarei definitivamente marcada a ferro quente como uma portuguesinha triste, mas aquilo é fazer pouco da gente. terá piada num contexto pífio de tagarelice maldicente de comadres - o que parece ser o género de coisa que o programa da gnt é - daí eu nem ter ligado à coisa, por achar o programa tão insignificante. agora dizer que ahaha!, era a brincar e tal não dá para engolir.
é ofensivo.
mas este ser ofensivo não justifica o clamor de protestos que se seguiu - com gente a favor, gente contra, desculpas públicas, recolha de assinaturas para sei lá o quê, e maismaismais - exactamente pela pobreza de espírito dos ataques e pelo contexto em que foram feitos (em plena incapacidade de discernimento, consequência directa do programa onde passou a peça). não interessa.
a sério, interessa mesmo a alguém o que um grupo de araras cinquentonas poderá dizer ou deixar de dizer numa sessão de cusquice, mesmo que televizada?
21 outubro 2009
não sei se é sinal, contra-sinal ou o caralhinho*
16 outubro 2009
12 outubro 2009
09 outubro 2009
08 outubro 2009
contra-sinais (ii)
estas coisas quando são assim de graça.
06 outubro 2009
05 outubro 2009
04 outubro 2009
para o natal eu quero

03 outubro 2009
a quem possa interessar
ainda não cheguei lá, mas dêem-me uns instantes e nunca mais a largarei. sei isto porque:
1. gosto de aventais - têm de ter bolsos grandes onde as mãos se enterrem em descanso e peitilho (se não tiver, onde se encosta a tigela da massa dos bolos? ou o gigantesco pão alentejano para cortar uma fatia em cunha?). são excelentes para poupar na lavagem da roupa, logo em água e luz e detergente e ambiente*;
2. sempre que chego a casa tenho de despir a roupa da rua.
daqui até à bata será um passo muito curtinho. (menina alentejana, rendi-me. quando é que nos juntamos para fazer um modelito jeitoso para nós?)
é não passar a roupa a ferro, mas dobrá-la direitinha assim que sai do
estendal. não é bom não passar a ferro? isto aplica-se a quem não vista coisas complicadas
com camisas e mariquices do género. o que conduz a
nova luta: porque é que é aceite sem contestação que o valor profissional
de alguém aumenta usando roupa desconfortável e formal? é tão
bom trabalhar numa universidade e ser estrangeira e não me importar com isto.
02 outubro 2009
e a propósito de raio c'os parta
nem durmo de noite a pensar nisto.
que me tange os nervos (ii)
01 outubro 2009
coisas suecas
vizinho chinês ir lá escarrar com grande alarido.
que me tange os nervos
29 setembro 2009
26 setembro 2009
american history x
acabei de ver num anúncio na tv
25 setembro 2009
contra-sinais
[suspiro]
no domingo de manhã
24 setembro 2009
23 setembro 2009
desabafo
sinais (iii)
sinais (ii)
sinais
ontem repeti a proeza. nada de meninos, nada de postes curtinhos. não sei bem que pensar disto. dói-me o ombro.
mas não quero admiti-lo.
22 setembro 2009
bonito de morrer
20 setembro 2009
19 setembro 2009
vai correr bem
11 setembro 2009
tanta coisa boa para fazer em lisboa
10 setembro 2009
pub
isabelle chase otelo saraiva de carvalho
o novo disco que afinal são dois: worst of e george best of.
08 setembro 2009
02 setembro 2009
31 agosto 2009
27 agosto 2009
termodinâmica dos cacos pulsantes
20 agosto 2009
that leaving feeling
trouxe tudo comigo, incluindo a tristeza e as chaves; não quero deixar nada para trás.
12 agosto 2009
para fazer em lisboa
coisas bonitas
mas a ciclovia belém - cais do sodré está tão bonita! quero mais. quero passear lá.
O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia,
Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia
Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia.
O Tejo tem grandes navios
E navega nele ainda,
Para aqueles que vêem em tudo o que lá não está,
A memória das naus.
O Tejo desce de Espanha
E o Tejo entra no mar em Portugal.
Toda a gente sabe isso.
Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia
E para onde ele vai
E donde ele vem.
E por isso porque pertence a menos gente,
É mais livre e maior o rio da minha aldeia.
Pelo Tejo vai-se para o Mundo.
Para além do Tejo há a América
E a fortuna daqueles que a encontram.
Ninguém nunca pensou no que há para além
Do rio da minha aldeia.
O rio da minha aldeia não faz pensar em nada.
Quem está ao pé dele está só ao pé dele.
11 agosto 2009
vou-me vingando das confusões do consulado e da comissão nacional de eleições*
My Political Views
I am a left moderate social libertarian
Left: 5.75, Libertarian: 1.92

My Foreign Policy Views
Score: -5.86

My Culture War Stance
Score: -5.15

political spectrum quiz, visto aqui.
09 agosto 2009
12 junho 2009
mais do que ortografia
«Não há a rigor uma só frase que não nos cause estranheza – tudo é familiar, mas pelo caminho espalham-se pedrinhas de sentido a desviar o rumo. Quanto à linguagem, em nenhum momento o leitor se sente em casa, e isso é mortal na prosa literária, que tem na vida cotidiana da língua a sua matéria-prima de origem. Não é só vocabulário, o que seria um problema simples – é sintaxe mesmo, os pronomes todos e seus modos de usar, campos semânticos sutilmente distintos, regências particulares que vão como que armando um novo modo de ver o mundo, tudo que metaforicamente define uma língua.»
escritor brasileiro
aqui
não concordo com a sugestão de alterar sintática e ortograficamente as obras de cada lado do atlântico, traduzindo-as como se de outra língua se tratasse, que o escritor sugere no final do artigo referenciado. o ritmo do original, embora possa causar estranheza e deixar uns pozinhos de desconforto na mente, é único. perde-se sempre numa tradução, é transfigurado pelo tradutor que o filtra, que o molda de maneira a melhor encaixar numa outra emoção mais familiar ao leitor. mas admito que entre uma tradução dum livro em língua que desconheço prefiro sempre (e continuarei sempre a preferir) a portuguesa. e espero que com a minha ortografia.
02 junho 2009
diferenças culturais
agora, estes suécios... como é que no segundo ano da faculdade não sabem as coisas mais básicas?! não sabem escrever um sumário (não inclui as 30 tabelas de resultados!), não sabem que a introdução teórica ou lá como lhe quiserem chamar não é uma lista de equações a usar, não sabem que têm de referenciar a origem dos valores tabelados, o que é que eu estou a dizer?!, eles nem sabem que apresentando um diagrama têm de escrever na legenda a que elemento se refere e não apenas "diagrama" (diagrama quê? diagrama de quê?)! e as conclusões... as conclusões!
estou em choque cultural.
nota: esta gente não leva nota. é só passar ou chumbar. os relatórios são entregues numa determinada data, corrigidos e devolvidos para alterações; novamente entregues, corrigidos e devolvidos para alterações; e de novo; e de novo; e de novo - até eu entrar em parafuso e passar toda a gente! não é um bom sistema.
29 maio 2009
há mesmo gente horrível neste mundo
daqui, visto aqui
25 maio 2009
(cleptomania minha)
é de ausências que se embaciam as ruas
lugares vazios onde as estrelas se apagam
e o que não se disse da melancolia
é que vivemos numa espécie de queda
maria sousa
20 maio 2009
18 maio 2009
já tenho net em casa!
notas breves:
1) saber como se diz cardinal em sueco é muitíssimo importante quando se precisa de contactar os serviços técnicos por telefone;
2)também ajuda não entrar em pânico quando uma gaja qualquer começa a debitar tralha em viking à velocidade da luz - costuma ser publicidade... que saudades da musiquinha parva que entretinha a espera!
13 maio 2009
é fartar, vilanagem!
08 maio 2009
dores de cotovelo
e o negrito está assim no original e tudo. ahahaha!
07 maio 2009
25 abril 2009
22 abril 2009
21 abril 2009
pergunta
16 abril 2009
15 abril 2009
14 abril 2009
legenda #4
legenda #3
legenda #2
legenda #1
13 abril 2009
15 março 2009
12 março 2009
10 março 2009
escritas de corpo
25 fevereiro 2009
18 fevereiro 2009
19 janeiro 2009
e agora, porque se morre em todo o lado e a todas as horas e as coincidências são umas putas insensíveis, o que descobri foi que uma canção que me andou a perseguir durante muito tempo é afinal parte do extinto projecto megafone. esta aqui abaixo.
11 janeiro 2009
lá-lás para um retornado
09 janeiro 2009
08 janeiro 2009
07 janeiro 2009
17 dezembro 2008
publicidade, fotografia, lisboa
























