odeio ananás na comida a sério.
18 outubro 2010
15 outubro 2010
já está
hoje tinha um envelopezinho à minha espera quando cheguei a casa. tudo direitinho, selo branco e assim. já vou poder votar daqui destas terras frias. espero que me chegue o boletim de voto a casa ou vou enviar a conta do comboio, estadia e dia de trabalho perdido à comissão nacional de eleições (acho que eles já estão com medo porque o sítio nem abre).
14 outubro 2010
coisas menos sérias
no sábado vou ser o gulliver e estes vão ser os meus liliputianos:


não têm um ar muito ameaçador, talvez tenha de lhes alterar as sobrancelhas e acrescentar uns machetes e tal. se calhar também uso o rei.


não têm um ar muito ameaçador, talvez tenha de lhes alterar as sobrancelhas e acrescentar uns machetes e tal. se calhar também uso o rei.13 outubro 2010
08 outubro 2010
05 outubro 2010
03 outubro 2010
30 setembro 2010
digam-me, anda tudo doido por aí?
eu hoje até tremo com medo de cada vez que espreito um jornal ou um blogue ou assim. tudo doido varrido.
29 setembro 2010
28 setembro 2010
palavras
aqui em baixo escrevi menina e coninhas e mariquinhas e hesitei em carregar no botão para publicar. será necessário sanear as palavras? quem me conhece sabe o que quero dizer, nunca pensariam que por trás destas palavras se escondessem homofobices ou anti-feminismos. nunca. também atiro credos e mães do céu a torto e a direito e ultimamente pouco me tem irritado mais do que a religião. não gosto de saneamentos de palavras. não gosto dos politicamente correctos. não gosto de sinais de aspas feitos com os dedos. não gosto de sinais inventados que não são precisos. não gosto que se percam palavras por não se querer saber o que significam. vou dormir.
isto do blogue nunca pegou realmente. não digo em relação àquela coisa das visitas e sou a maior e toda a gente me adora e tal. isso não me interessa. digo comigo. comigo nunca pegou. e daí a constante ausência de palavras, embora a palavra seja tudo. de vez em quando vou na rua e vejo qualquer coisa engraçada que gostava de fotografar ou penso numa merda qualquer e acho que é um espanto e tão original e mais não sei quê, ai que pena se eu não disser ao mundo isto tão espectacular que agora me aconteceu. mas é só naquele instante, a ilusão da grandeza desaparece logo. a única coisa que acaba por realmente me chatear é saber que muito provavelmente perderei aquele momento. deixei de ter cadernos de retalhos que mais tarde sirvam de máquina do tempo (ou melhor, deixei-me de guardar retalhos; ainda compro compulsivamente os cadernos onde os guardar) e no início desta brincadeira ainda me enganei achando que o blogue também serviria para isso.
no entanto, o que mais me dói nem é isso. isso é merda, se eu quiser realmente guardar momentos na memória arranjo maneira. não é a falta de blogue que me obriga a esquecer. o que me chateia é esta coisa da fragmentação. claro que temos todos muitas faces e que as mostramos ou ocultamos constantemente regidos por critérios que nem a nós próprios revelamos. o meu problema é que por vezes releio o que escrevi por aqui ou o que coloquei e odeio. odeio-me. se fosse uma coisa de um desconhecido nunca mais lá voltaria e muito provavelmente fecharia o separador com um trejeito do lábio superior esquerdo num misto de arrogância e desprezo. não é estranho, não gostar assim duma parte de nós? claro que isto são imagens redutoras, não digo que me odeie. é aquele bocado de mim, que aparece assim a nu, isolado do resto, desfolhado do que lhe dá significado, que eu odeio. talvez porque num qualquer plano me envergonhe - ou por saber que por momentos sou daquela maneira, mesmo não querendo, ou porque a distância entre isto que eu sou aqui, neste sítio onde estou de carne e osso e tudo, não é, nunca poderá ser, aquilo que as palavras/imagens/vídeos que por azar escolhi partilhar mostram. talvez seja isso, a injustiça da coisa, que me chateia.
isto tudo para justificar a minha necessidade constante de aperfeiçoamento e/ou o esporádico desaparecimento de publicações. sou uma menina.*
no entanto, o que mais me dói nem é isso. isso é merda, se eu quiser realmente guardar momentos na memória arranjo maneira. não é a falta de blogue que me obriga a esquecer. o que me chateia é esta coisa da fragmentação. claro que temos todos muitas faces e que as mostramos ou ocultamos constantemente regidos por critérios que nem a nós próprios revelamos. o meu problema é que por vezes releio o que escrevi por aqui ou o que coloquei e odeio. odeio-me. se fosse uma coisa de um desconhecido nunca mais lá voltaria e muito provavelmente fecharia o separador com um trejeito do lábio superior esquerdo num misto de arrogância e desprezo. não é estranho, não gostar assim duma parte de nós? claro que isto são imagens redutoras, não digo que me odeie. é aquele bocado de mim, que aparece assim a nu, isolado do resto, desfolhado do que lhe dá significado, que eu odeio. talvez porque num qualquer plano me envergonhe - ou por saber que por momentos sou daquela maneira, mesmo não querendo, ou porque a distância entre isto que eu sou aqui, neste sítio onde estou de carne e osso e tudo, não é, nunca poderá ser, aquilo que as palavras/imagens/vídeos que por azar escolhi partilhar mostram. talvez seja isso, a injustiça da coisa, que me chateia.
isto tudo para justificar a minha necessidade constante de aperfeiçoamento e/ou o esporádico desaparecimento de publicações. sou uma menina.*
* não quero dizer uma menina no sentido de identidade
sexual ou assim; quero dizer coninhas, mariquinhas, isso.
sexual ou assim; quero dizer coninhas, mariquinhas, isso.
16 setembro 2010
15 setembro 2010
(procrastinação ao mais alto nível)
é que eu até me estou mais ou menos a cagar para a roupa (e escrevi "roupa linda"? credo...). porque é que não me dá para limpar em vez disto? dava-me um jeitão.
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