04 dezembro 2010
02 dezembro 2010
musgo
assim de repente até têm a sua piada.
aquelas reticências todas
(e o palavreado... desnecessário...)
é que se dão um bocado mal... comigo...
(e o palavreado... desnecessário...)
é que se dão um bocado mal... comigo...
01 dezembro 2010
framtidens melodi
song of tomorrow
mora-se nos sítios, mas só se descobrem estas coisas bonitas porque há gente atenta a milhares de quilómetros daqui. quero ver! (e ter, estou muito possessiva)
aquilo ali onde ele está a cantar no início do
trailer é o centro comercial grande e a piscina
é a dois passos do meu apartamento antigo e
aquela massa de água gigante é o vänern,
o terceiro maior lago
da europa (uma das pontas vê-se da minha varanda).
trailer é o centro comercial grande e a piscina
é a dois passos do meu apartamento antigo e
aquela massa de água gigante é o vänern,
o terceiro maior lago
da europa (uma das pontas vê-se da minha varanda).
para os mariquinhas que se queixam do frio
há bocadinho, faltava pouco para as 10h, estavam 16 graus negativos. e eu hoje de manhã saí de casa com o cabelo molhado (não foi dos meus melhores momentos, admito).
30 novembro 2010
o que faço pelo planeta por preguiça (v)
raramente aspiro. aspirar é um dos meus pequenos ódios (é isso e dobrar meias). odeio aspirar e não sei porquê. prefiro varrer, embora saiba que demora mais tempo e tudo. normalmente o que faço é varrer e depois passar com uma daquelas coisas maravilhosas tipo swiffer, daquelas que se podem lavar e voltar a usar. claro que faço isso apenas quando as nuvens de cabelos+pó ameaçam soterrar-me, mas isso já é outra conversa (os meus limites de preguiça dariam uns textos muito embaraçosos). e pronto. só aspiro o sofá.
29 novembro 2010
26 novembro 2010
24 novembro 2010
apelo
eu gostava muito de conseguir ver o filme josé e pilar no ecrã grande quando for a lisboa daqui a um mês. 'bora mantê-lo nas salas de cinema até lá? nada egoísta, eu sei.
hoje vim trabalhar, mas a minha porta tem uma mensagem pendurada: strejkar. a minha greve não é na suécia, é em portugal. acho difícil seguir esta conversa toda de pecs e orçamentos e greves. nunca sinto que já sei o suficiente para me decidir e a maioria do que se ouve é tão parcial e politizado que desconfio sempre que há mais qualquer coisa por trás que não me estão a contar. de qualquer maneira, acho importante dizer que isto vai mal e que o caminho que foi escolhido mata mais do que cura. disso não duvido. gostei do que li aqui.
23 novembro 2010
o que faço pelo planeta por preguiça (iv)
separo o lixo todinho*. experimentem. o número de vezes que se tem de atravessar a rua gelada até aos contentores é drasticamente reduzido. uma beleza. o chato disto é quando a pilha de jornais e coisas começa a tombar, mas aí só posso culpar os meus níveis elevados de preguiça.
*por aqui cada edifício tem de pagar separadamente
a recolha do lixo e o meu senhorio só se lembrou
de ter o mínimo exigido (vidro, papel e indiferenciados).
é sempre uma aventura esgueirar-me até aos contentores para
plástico e alumínio dos prédios vizinhos para largar os
meus saquinhos. quem disse que separar lixo não é excitante?
a recolha do lixo e o meu senhorio só se lembrou
de ter o mínimo exigido (vidro, papel e indiferenciados).
é sempre uma aventura esgueirar-me até aos contentores para
plástico e alumínio dos prédios vizinhos para largar os
meus saquinhos. quem disse que separar lixo não é excitante?
22 novembro 2010
é só impressão minha ou a radar tem cada vez mais merda a passar? hoje já tive de desligar aquilo umas 5 ou 6 vezes que não se aguenta a pobreza.
o que faço pelo planeta por preguiça (iii)
aqui traz-se o almoço de casa, numa matlåda*. há frigoríficos e paredes decoradas a microondas espalhadas pela universidade para os alunos e uns recantos ou salas de almoço mais especiais reservadas para os desgraçados que por cá trabalham. uma por faculdade ou departamento, depende dos caprichos do arquitecto. onde eu estou, o frigorífico ainda é a uns bons 10 m do meu gabinete e para o lado contrário da sala de almoço. geralmente não estou para ir até lá de propósito guardar o meu taparuere só para ter de o ir buscar de novo passadas 3 ou 4 horas. (por acaso a máquina do café está praticamente em cima do frigorífico e não tenho problemas nenhuns em ir até lá...). bom, isto tudo para avisar que qualquer dia me dá uma coisinha no estômago porque não guardo a comida no frigorífico durante a manhã. o que acaba por ser uma poupança energética porque não gasto nada a refrigerar a coisa e mais tarde, quando a quiser aquecer, também gasto menos energia. ah, nada rebuscado, isto...
*caixa da comida/lancheira
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