10 maio 2011
09 maio 2011
03 maio 2011
que estalo, credo...
só me consola saber que o senhor paulo de carvalho ficou em último lugar com isto aqui mais abaixo.
ganância?
vai um rajá?

a coisa ficou preta este ano (passe a incorrecção política): a gb glace decidiu-se este ano a introduzir a maravilha às riscas no mercado: o happy me, happy you (podiam-se era ter esforçado no nome. coisa mais parva. como uns suecos já sugeriram, tradução directa para träben seria muuuuuuuuuuuuuito melhor).

queixas à parte, é tão bom haver disto por aqui! vai aliviar um bocadinho este longo martírio até 15 julho. e acertaram no tamanho e tudo! aquela coisa do mega perna de pau nunca me convenceu...
sem importância
(é foda-se, gente)
26 abril 2011
21 abril 2011
18 abril 2011
(eu não estou aqui)
Comer carne: podemos comer um bife da vazia ou um lombo de tofu.
Mas se nos der uma travadinha e formos parar ao hospital, ninguém quer que o senhor doutor se lembre de nos perguntar "mas quer que a gente use todo o conhecimento que tem para o salvar, ou só aquele obtido sem experimentação animal?"»
21 março 2011
19 março 2011
17 março 2011
14 março 2011
olha só, eu tão emigrante
11 março 2011
Nós, desempregados, “quinhentoseuristas” e outros mal remunerados, escravos disfarçados, subcontratados, contratados a prazo, falsos trabalhadores independentes, trabalhadores intermitentes, estagiários, bolseiros, trabalhadores-estudantes, estudantes, mães, pais e filhos de Portugal.
Nós, que até agora compactuámos com esta condição, estamos aqui, hoje, para dar o nosso contributo no sentido de desencadear uma mudança qualitativa do país. Estamos aqui, hoje, porque não podemos continuar a aceitar a situação precária para a qual fomos arrastados. Estamos aqui, hoje, porque nos esforçamos diariamente para merecer um futuro digno, com estabilidade e segurança em todas as áreas da nossa vida.
Protestamos para que todos os responsáveis pela nossa actual situação de incerteza – políticos, empregadores e nós mesmos – actuem em conjunto para uma alteração rápida desta realidade, que se tornou insustentável.
Caso contrário:
a) Defrauda-se o presente, por não termos a oportunidade de concretizar o nosso potencial, bloqueando a melhoria das condições económicas e sociais do país. Desperdiçam-se as aspirações de toda uma geração, que não pode prosperar.
b) Insulta-se o passado, porque as gerações anteriores trabalharam pelo nosso acesso à educação, pela nossa segurança, pelos nossos direitos laborais e pela nossa liberdade. Desperdiçam-se décadas de esforço, investimento e dedicação.
c) Hipoteca-se o futuro, que se vislumbra sem educação de qualidade para todos e sem reformas justas para aqueles que trabalham toda a vida. Desperdiçam-se os recursos e competências que poderiam levar o país ao sucesso económico.
Somos a geração com o maior nível de formação na história do país. Por isso, não nos deixamos abater pelo cansaço, nem pela frustração, nem pela falta de perspectivas. Acreditamos que temos os recursos e as ferramentas para dar um futuro melhor a nós mesmos e a Portugal.
Não protestamos contra as outras gerações. Apenas não estamos, nem queremos estar à espera que os problemas se resolvam. Protestamos por uma solução e queremos ser parte dela.
a sério que esta gente existe?
e nem comento o post, que já tenho que chegue a tanger-me os nervos.
02 março 2011
cortado e colado
Como é habitual, muito pouca gente se lembrou de culpar as empresas que conseguem vantagens desleais à custa do trabalho não-remunerado."







