11 maio 2011
última coisinha acerca da eurovisão (acho que estou obcecada)
10 maio 2011
já foi
só uma notazinha final: os comentadores suecos acabaram a noite a dizer "pedimos desculpa pelos problemas técnicos. devido a não-sei-quê que os alemães fizeram os comentadores não conseguiram comunicar com os seus países. tivemos de comentar pelo telefone. e a conta, claro, vai ser a alemanha a pagar." não foi dito como piada.
os comentadores suecos são uma nódoa
mais uma coisinha: ó senhores da eurovisão*, e que tal não transmitirem aquele bater de coração entre as canções? que medo.
*saiu-me eurocisão! talvez não devesse ter ememdado.
outro olha
(e também me parece que o operário agora é outro)
olha, afinal não
a sério, faz algum sentido?
(mas gente em espanha e reino unido pode votar, para além dos outros 19 países que participam nesta final - o que inclui suiça. não sei se me percebem, moços e moças)
09 maio 2011
03 maio 2011
que estalo, credo...
só me consola saber que o senhor paulo de carvalho ficou em último lugar com isto aqui mais abaixo.
ganância?
vai um rajá?

a coisa ficou preta este ano (passe a incorrecção política): a gb glace decidiu-se este ano a introduzir a maravilha às riscas no mercado: o happy me, happy you (podiam-se era ter esforçado no nome. coisa mais parva. como uns suecos já sugeriram, tradução directa para träben seria muuuuuuuuuuuuuito melhor).

queixas à parte, é tão bom haver disto por aqui! vai aliviar um bocadinho este longo martírio até 15 julho. e acertaram no tamanho e tudo! aquela coisa do mega perna de pau nunca me convenceu...
sem importância
(é foda-se, gente)
26 abril 2011
21 abril 2011
18 abril 2011
(eu não estou aqui)
Comer carne: podemos comer um bife da vazia ou um lombo de tofu.
Mas se nos der uma travadinha e formos parar ao hospital, ninguém quer que o senhor doutor se lembre de nos perguntar "mas quer que a gente use todo o conhecimento que tem para o salvar, ou só aquele obtido sem experimentação animal?"»
21 março 2011
19 março 2011
17 março 2011
14 março 2011
olha só, eu tão emigrante
11 março 2011
Nós, desempregados, “quinhentoseuristas” e outros mal remunerados, escravos disfarçados, subcontratados, contratados a prazo, falsos trabalhadores independentes, trabalhadores intermitentes, estagiários, bolseiros, trabalhadores-estudantes, estudantes, mães, pais e filhos de Portugal.
Nós, que até agora compactuámos com esta condição, estamos aqui, hoje, para dar o nosso contributo no sentido de desencadear uma mudança qualitativa do país. Estamos aqui, hoje, porque não podemos continuar a aceitar a situação precária para a qual fomos arrastados. Estamos aqui, hoje, porque nos esforçamos diariamente para merecer um futuro digno, com estabilidade e segurança em todas as áreas da nossa vida.
Protestamos para que todos os responsáveis pela nossa actual situação de incerteza – políticos, empregadores e nós mesmos – actuem em conjunto para uma alteração rápida desta realidade, que se tornou insustentável.
Caso contrário:
a) Defrauda-se o presente, por não termos a oportunidade de concretizar o nosso potencial, bloqueando a melhoria das condições económicas e sociais do país. Desperdiçam-se as aspirações de toda uma geração, que não pode prosperar.
b) Insulta-se o passado, porque as gerações anteriores trabalharam pelo nosso acesso à educação, pela nossa segurança, pelos nossos direitos laborais e pela nossa liberdade. Desperdiçam-se décadas de esforço, investimento e dedicação.
c) Hipoteca-se o futuro, que se vislumbra sem educação de qualidade para todos e sem reformas justas para aqueles que trabalham toda a vida. Desperdiçam-se os recursos e competências que poderiam levar o país ao sucesso económico.
Somos a geração com o maior nível de formação na história do país. Por isso, não nos deixamos abater pelo cansaço, nem pela frustração, nem pela falta de perspectivas. Acreditamos que temos os recursos e as ferramentas para dar um futuro melhor a nós mesmos e a Portugal.
Não protestamos contra as outras gerações. Apenas não estamos, nem queremos estar à espera que os problemas se resolvam. Protestamos por uma solução e queremos ser parte dela.
a sério que esta gente existe?
e nem comento o post, que já tenho que chegue a tanger-me os nervos.
02 março 2011
cortado e colado
Como é habitual, muito pouca gente se lembrou de culpar as empresas que conseguem vantagens desleais à custa do trabalho não-remunerado."
18 fevereiro 2011
copiar é feio
14 fevereiro 2011
10 fevereiro 2011
08 fevereiro 2011
03 fevereiro 2011
perda de identidade
odeio unhas compridas.
02 fevereiro 2011
28 janeiro 2011
perigos que se escondem nos livros
“I suppose every old scholar has had the experience of reading something in a book which was significant to him, but which he could never find again. Sure he is that he read it there, but no one else ever read it, nor can he find it again, though he buy the book, and ransack every page.” — Emerson
“When we read, we are, we must be, repeating the words to ourselves unconsciously; for how else should we discover, as we have all discovered in our time, that we have been mispronouncing a word which, in fact, we have never spoken? I refer to such words as ‘misled,’ which I, and millions of others when young, supposed to be ‘mizzled.’” — A.A. Milne
“It is one of the oddest things in the world that you can read a page or more and think of something utterly different.” — Christian Morgenstern
27 janeiro 2011
a conta certa
26 janeiro 2011
25 janeiro 2011
24 janeiro 2011
o meu voto
já agora, acham que seria pedir muito se a direcção-geral da administração interna soubesse como se escreve presidEnciais?
hoje só me aparecem palavrões na boca. foda-se.
21 janeiro 2011
ataque gratuito e claramente dispensável
(e só para me calar assim que ia carregar no botãozinho para publicar decidiram escolher pôr isto a tocar:
uma pessoa já nem pode dizer mal descansadinha. chiça.)
o voto em branco
(Critério da eleição)
2. Se nenhum dos candidatos obtiver esse número de votos, proceder-se-á a segundo sufrágio ao qual concorrerão apenas os dois candidatos mais votados que não tenham retirado a sua candidatura.
e na versão anotada e comentada de 2005 [pdf] acrescenta-se isto:
I - Este artigo tem redacção dada pela Lei n° 143/85, de 26 de Novembro (DR n° 272 - I Série - suplemento).
A anterior redacção deste preceito, nomeadamente a do seu n° 1 - «considerar-se-á eleito o candidato que obtiver mais de metade dos votos validamente expressos» - gerou acesa polémica entre várias entidades com responsabilidade no processo eleitoral, acerca do significado da expressão votos validamente expressos.
No fundo tratava-se de saber se votos validamente expressos seriam apenas os votos válidos em cada um dos candidatos (cfr. n° 2 do artº 87°) ou se seriam integrados também pelo conjunto dos votos em branco, com exclusão apenas dos votos nulos (cfr. n° 2 do artº 88°).
Segundo o ponto de vista do STJ. (cuja competência no processo eleitoral está atribuída desde Novembro de 1982 ao Tribunal Constitucional) que desde as primeiras eleições presidenciais realizadas em 1976 fixou doutrina acerca deste assunto, a qual foi secundada pelo Secretariado Técnico dos Assuntos para o Processo Eleitoral (STAPE), votos validamente expressos eram todos aqueles que exprimiam a escolha expressa de alguém para exercer determinado cargo.
Tendo partido do princípio de que «eleger é escolher, logo o eleitor que votava em branco ao recusar-se a fazer a escolha entre os diversos candidatos, não elegia nenhum deles, antes se limitava a depositar nas urnas um mero papel sem significado jurídico, pela impossibilidade em termos de escrutínio, de se vir a recolher qual a sua vontade expressa».
Opinião diversa sustentava a CNE, para quem «o voto em branco era um voto que de forma alguma podia ser considerado menos expressivo da vontade do eleitor, pois constituía o exercício do direito e dever cívico de votar, apesar de não pretender o eleitor optar por qualquer dos candidatos que se apresentavam ao sufrágio».
Aliás, no dizer da CNE, tal entendimento «coincidia com o espírito constitucional que visava garantir que o candidato eventualmente eleito à primeira volta não tivesse contra ele mais votos do que os que ele próprio obtinha».
Este diferendo foi ultrapassado aquando da revisão constitucional de 1982 (cfr. artº 126°) e consagrado na lei eleitoral para o Presidente da República em alteração introduzida pela Lei n.° 143/85, de 26 de Novembro.
II - A Constituição adoptou na eleição do Presidente da República o sistema de “ballotage” ou de duas voltas.
Segundo tal sistema só há candidato eleito no primeiro escrutínio se o mesmo tiver obtido a maioria absoluta dos sufrágios expressos, quer dizer, mais de metade dos votos validamente expressos.
Caso haja necessidade de se proceder a segunda volta vencerá o candidato que obtiver maior número de votos.
o que isto nos ensina é que votar em branco ou mandar recadinhos amorosos aos sôs candidatos a representante da república portuguesa e comandante supremo das forças armadas no boletim de voto não faz grande mossa. nas presidenciais, voto branco entra nas contas quando se vai ver como se esteve de abstenção e é só.
(mais uma ligaçãozinha acerca disto: aqui [pdf pequenino])
20 janeiro 2011
tudo copiadinho
Revolução? Já tivemos. Chama-se 25 de Abril, e até é feriado.
Agora, a única solução que nos resta é trabalhar. Arregaçar as mangas e começar a trabalhar. Ir votar. Participar num partido. Inventar outro. Escrever cartas abertas aos deputados e aos ministros e ao presidente, exigir, pressionar, tudo o que quiserem - dentro dos limites democráticos.
Ou até criar um serviço de acompanhamento dos escândalos, ter sempre um ponto da situação actualizado. Porque - já repararam? - nós vamos vivendo de escândalo em escândalo, com a sensação que tudo fica em águas de bacalhau.
Há muito para fazer.
Mas a revolução, essa, já fizemos. Agora há que trabalhar, e muito, e sem descanso, para uma Democracia mais saudável.
Começando por isto: ir votar no próximo domingo.
Em vez de sonhar com revoluções e sebastiões.»
70 euros de comboio para ir até à minha secção de voto quando um postalinho talvez resolvesse o assunto (e já nem me atrevo a sugerir coisas esquisitas como internétes e tal). bonito, ãh?
19 janeiro 2011
15 janeiro 2011
12 janeiro 2011
dura de ouvido (iii)
dura de ouvido (ii)
ora vamos lá encontrar as diferenças entre a menina canadiana (que entretanto mudou de máscara):
e a menina-prodígio americana:
11 janeiro 2011
22 dezembro 2010
acho que sonhei com isto
fim.
viagens de ver ou viagens de sentir
natal
os primeiros 30 segundos partiram-me o coração por causa duma cassete em que, há uma data de anos, colei um pedacinho de fita-cola naquele buraquinho a um canto para gravar uma merda de música qualquer, uma parvoíce tão sem jeito que nem me lembro o que era. gravei por cima da voz do meu mano, com 3 ou 4 anos, que contava que tinha ido ao oculista e que o oculista tinha sido muito simpático e lhe tinha feito perguntas e lhe tinha dado uns ótulos esturros - que eram uns óculos à elvis, de plástico grosso azulão. merda de ódios parvos quando se tem uma dezena de anos. já nessa altura eu era má pessoa.
20 dezembro 2010
13 dezembro 2010
queima tempo
1 Pride and Prejudice - Jane Austen
2 The Lord of the Rings - JRR Tolkien (só li os dois primeiros, nem digo há quanto tempo porque tenho vergonha de ser tão velha. quando a histeria toda começou com isto dos filmes ainda considerei ler o terceiro, mas não me chegou a vontade)
3 Jane Eyre - Charlotte Bronte
4 Harry Potter series - JK Rowling (li dois ou três, já nem me lembro. o primeiro porque o ofereci em inglês à minha irmã e ela nem pegou naquilo. estava a fazer-me impressão ver o livro enxovalhado assim. depois acho que mais dois já em português para ver se percebia qual era a excitação toda com o harry potter. nunca percebi. e a tradução pareceu-me tão fraquinha...)
5 To Kill a Mockingbird - Harper Lee
6 The Bible (comecei, mas o papel bíblia é uma coisa terrível)
7 Wuthering Heights - Emily Bronte
8 Nineteen Eighty Four - George Orwell (tenho vergonha...)
9 His Dark Materials - Philip Pullman
10 Great Expectations - Charles Dickens (este foi tão puxado a ferros!)
11 Little Women - Louisa M Alcott
12 Tess of the D’Urbervilles - Thomas Hardy
13 Catch 22 - Joseph Heller
14 Complete Works of Shakespeare (todos não. deixa ver: hamlet, romeu e julieta, sonho de uma noite de verão, tudo está bem que acaba bem, muito barulho por nada, macbeth, o rei lear, a tempestade, ...)
15 Rebecca - Daphne Du Maurier (na verdade, não faço ideia se li)
16 The Hobbit - JRR Tolkien
17 Birdsong - Sebastian Faulk
18 Catcher in the Rye - JD Salinger
19 The Time Traveler’s Wife - Audrey Niffenegger
20 Middlemarch - George Eliot
21 Gone With The Wind - Margaret Mitchell
22 The Great Gatsby - F Scott Fitzgerald
23 Rayuela - J. Cortázar (faltava aqui o número 23, por isso acrescentei este. só porque é um grande calhamaço que me custou a ler como tudo)
24 War and Peace - Leo Tolstoy
25 The Hitch Hiker’s Guide to the Galaxy - Douglas Adams
27 Crime and Punishment - Fyodor Dostoyevsky
28 Grapes of Wrath - John Steinbeck
29 Alice in Wonderland - Lewis Carroll
30 The Wind in the Willows - Kenneth Grahame (estou à espera de receber uma edição bonita para ver se leio o resto)
31 Anna Karenina - Leo Tolstoy
32 David Copperfield - Charles Dickens
33 Chronicles of Narnia - CS Lewis
34 Emma -Jane Austen
35 Persuasion - Jane Austen
36 The Lion, The Witch and the Wardrobe - CS Lewis
37 The Kite Runner - Khaled Hosseini
38 Captain Corelli’s Mandolin - Louis De Bernieres
39 Memoirs of a Geisha - Arthur Golden
40 Winnie the Pooh - A.A. Milne
41 Animal Farm - George Orwell
42 The Da Vinci Code - Dan Brown (horas de vida deitadas ao lixo)
43 One Hundred Years of Solitude - Gabriel Garcia Marquez
44 A Prayer for Owen Meaney - John Irving
45 The Woman in White - Wilkie Collins
46 Anne of Green Gables - LM Montgomery
47 Far From The Madding Crowd - Thomas Hardy
48 The Handmaid’s Tale - Margaret Atwood
49 Lord of the Flies - William Golding
50 Atonement - Ian McEwan
51 Life of Pi - Yann Martel
52 Dune - Frank Herbert
53 Cold Comfort Farm - Stella Gibbons
54 Sense and Sensibility - Jane Austen
55 A Suitable Boy - Vikram Seth
56 The Shadow of the Wind - Carlos Ruiz Zafon
57 A Tale Of Two Cities - Charles Dickens
58 Brave New World - Aldous Huxley (tenho vergonha...)
59 The Curious Incident of the Dog in the Night-time - Mark Haddon (este ainda não comecei, mas está na minha prateleira há mais de um ano)
60 Love In The Time Of Cholera - Gabriel Garcia Marquez
61 Of Mice and Men - John Steinbeck (tenho vergonha...)
62 Lolita - Vladimir Nabokov
63 The Secret History - Donna Tartt
64 The Lovely Bones - Alice Sebold
65 Count of Monte Cristo - Alexandre Dumas
66 On The Road - Jack Kerouac (depois de the dharma bums não há pachorra)
67 Jude the Obscure - Thomas Hardy
68 Bridget Jones’s Diary - Helen Fielding
69 Midnight’s Children - Salman Rushdie
70 Moby Dick - Herman Melville
71 Oliver Twist - Charles Dickens
72 Dracula - Bram Stoker
73 The Secret Garden - Frances Hodgson Burnett
74 Notes From A Small Island - Bill Bryson
75 Ulysses - James Joyce (não sei se acabei. tinha 12 anos e varicela, devorei tudo o que havia em casa, incluindo as instruções dum aspirador-fantasma que já tinha ido para o lixo há muito. é claro que não conta, não me lembro de nadinha... a ilíada também me passou pelas mãos nesta altura)
76 The Inferno – Dante
77 Swallows and Amazons - Arthur Ransome
78 Germinal - Emile Zola
79 Vanity Fair - William Makepeace Thackeray
80 Possession - AS Byatt
81 A Christmas Carol - Charles Dickens
82 Cloud Atlas - David Mitchell
83 The Color Purple - Alice Walker
84 The Remains of the Day - Kazuo Ishiguro
85 Madame Bovary - Gustave Flaubert
86 A Fine Balance - Rohinton Mistry
87 Charlotte’s Web - E.B. White
88 The Five People You Meet In Heaven - Mitch Albom
89 Adventures of Sherlock Holmes - Sir Arthur Conan Doyle
90 The Faraway Tree Collection - Enid Blyton (li tanta coisa da senhora e nem sei o que isto é)
91 Heart of Darkness - Joseph Conrad
92 The Little Prince - Antoine De Saint-Exupéry
93 The Wasp Factory - Iain Banks
94 Watership Down - Richard Adams
95 A Confederacy of Dunces - John Kennedy Toole
96 A Town Like Alice - Nevil Shute
97 The Three Musketeers - Alexandre Dumas
98 Hamlet - William Shakespeare
99 Charlie and the Chocolate Factory - Roald Dahl
100 Les Miserables - Victor Hugo
mas esta lista é um bocado parva, não é? acho que até vi por aí uns quantos nomes mal escritos, mas estou sem paciência para corrigir (isto não parece meu). e faltava-lhe o número 23.
raiva.
pub*
«Minta é Francisca Cortesão, um dos nomes mais interessantes do folk português dos últimos anos. Em 2008 lançou o EP You, ao que se seguiu, em 2009, o primeiro longa duração Minta & the Brook Trout, gravado com a formação que hoje a acompanha: Mariana Ricardo, Manuel Dordio e Nuno Pessoa. Francisca tem também trabalhado como guitarrista/teclista na formação ao vivo de David Fonseca e colaborado com alguns artistas nacionais, entre outros, B Fachada, com quem partilhou o palco no último Super Bock em Stock, ou com os Domingo no Quarto.
(...)
*desgraçados.
não sabiam esperar por mim 2 diazinhos?
bah.
08 dezembro 2010
bofetadas compatíveis com a dignidade da pessoa humana
que vómito.
07 dezembro 2010
*pus este vosso entre parênteses porque
por cá amanhã trabalha-se como nos outros
dias, mas depois fui olhar bem para a data e
descobri que afinal o vosso até tem duplo
significado. imaculada conceição... ahaha!
(credo, que agressiva)
06 dezembro 2010
dos socos
"a educação vai salvar portugal", "mais de metade não completou o secundário" ou como eu hoje me encolho de vergonha e fujo das pausas para café
basicamente explica que está tudo fodido. perde-se a batalha com a china que consegue fabricar tralha a preços muitíssimo mais baixos (por enquanto ainda se explora com mais comedimento em portugal do que na terra do sol nascente) e perde-se a batalha com os novos membros da ue, cuja população sabe mais pelo mesmo preço. nada de novo, mas a estalada dói na mesma.
04 dezembro 2010
02 dezembro 2010
musgo
(e o palavreado... desnecessário...)
é que se dão um bocado mal... comigo...
01 dezembro 2010
framtidens melodi
song of tomorrow
mora-se nos sítios, mas só se descobrem estas coisas bonitas porque há gente atenta a milhares de quilómetros daqui. quero ver! (e ter, estou muito possessiva)
trailer é o centro comercial grande e a piscina
é a dois passos do meu apartamento antigo e
aquela massa de água gigante é o vänern,
o terceiro maior lago
da europa (uma das pontas vê-se da minha varanda).
para os mariquinhas que se queixam do frio
30 novembro 2010
o que faço pelo planeta por preguiça (v)
29 novembro 2010
26 novembro 2010
24 novembro 2010
apelo
23 novembro 2010
o que faço pelo planeta por preguiça (iv)
a recolha do lixo e o meu senhorio só se lembrou
de ter o mínimo exigido (vidro, papel e indiferenciados).
é sempre uma aventura esgueirar-me até aos contentores para
plástico e alumínio dos prédios vizinhos para largar os
meus saquinhos. quem disse que separar lixo não é excitante?
22 novembro 2010
o que faço pelo planeta por preguiça (iii)
19 novembro 2010
o que faço pelo planeta por preguiça (ii)
o que faço pelo planeta por preguiça (i)
1. só as lavo quando se aguentam em pé sozinhas ou têm manchas demasiado grandes para passarem despercebidas a 20 m de distância;
2. faço-lhes tantos remendos que alguns pares têm mais ganga acrescentada do que ganga original.
poupa-se em água e electricidade e detergente porque se lavam menos vezes; poupa-se em energia e material e coisos porque se compram menos calças novas e, ao mesmo tempo, dá-se trabalho à costureira do bairro, reutiliza-se tecido e poupa-se em paciência porque não é preciso percorrer 4 000 lojas à procura de um par que não nos gangrene as pernas por cortar a circulação/não tenha manchas de lixívia/tenha tecido suficiente para nos tapar o cu. só vantagens.
o que faço pelo planeta por preguiça - intro
(aproveito para mandar a minha posta acerca de comércio justo e coisas biológicas e o caracinhas, já que uma das ligações aqui acima fala disso: com excepção da carne, as coisas biológicas não me convencem e chateia-me que se misturem com as etiquetas de comércio justo. gosto muito da horta do meu pai, mas não me parece que esta seja uma solução viável ou sequer ecológica para o mundo. coisas que ver com quantas bocas querem alimento, problemas de pragas, fraco crescimento das culturas e mais bláblá. qualquer dia pode ser que elabore isto. entretanto, se alguém quiser rebater esta posição esteja à vontade. agradeço)
























