12 novembro 2010

ando com o douro entalado na garganta há muito tempo. um nó que não desaparece, uma urgência que se vai disfarçando com a anestesia dos dias mal vividos. como as urgências de pão quente com manteiga ou das águas frias do atlântico ou de leite-creme perfeito com caramelo a estalar. e depois, de repente, o tempo corre muito depressa e parece que já é quase tarde demais.



menino pp, é esta a prenda de natal que quero.

2 comentários:

blargh disse...

hã?

purpurina disse...

a sério que isto é o teu comentário?